Com as vendas de imóveis recebidos em dação de cumprimento de crédito (incluindo hotéis) e equipamentos o Novo Banco registou, desde que nasceu, perdas de 243 milhões de euros.
Escrita Por: Administração | Publicado: 4 years ago | Vizualizações: 23 | Categoria: Empresas
A “SIC Notícias” revela que o Novo Banco, desde a resolução até dezembro de 2018, registou perdas de 2.320 milhões de euros com operações de crédito concentradas em 121 clientes.
Outra fonte de perdas são as participações em subsidiárias e associadas, que geraram 488 milhões de euros de impacto negativo nas contas do Novo Banco.
Com as vendas de imóveis recebidos em dação de cumprimento de crédito (incluindo hotéis) e equipamentos o Novo Banco registou, desde que nasceu, perdas de 243 milhões de euros. Já noutros ativos detidos em balanço, como fundos de investimento e fundos de reestruturação, o Novo Banco perdeu 1.080 milhões de euros
Tudo somado, segundo a SIC, as perdas do Novo Banco desde que nasceu, com ativos problemáticos herdados do BES rondam os 4.040 milhões de euros entre agosto de 2014 e dezembro de 2018. Perdas que justificaram os sucessivos pedidos ao Fundo de Resolução ao abrigo do Acordo de Capitalização Contingente assinado em 2017.
Relatório da nova auditoria especial entregue
O Fundo de Resolução recebeu já o relatório da nova auditoria da consultora Deloitte, pedida em junho de 2020 pelo Governo, na sequência da injeção de capital de maio de 2020, no valor de 1.035 milhões de euros, de forma a dar “cumprimento ao procedimento previsto na lei para a realização de nova auditoria especial”.
No entanto, e segundo os vários comunicados sobre a auditoria especial da Deloitte ao Novo Banco, a auditoria especial analisa operações realizadas entre 1 de janeiro de 2019 e 31 de dezembro de 2019, incluindo operações de crédito, participações e associadas, outros ativos (como imóveis e títulos) e ainda operações de venda de carteiras.
O relatório da auditoria especial feita pela Deloitte “foi ainda complementado por um mecanismo de garantia de qualidade da auditoria relativamente a operações específicas, como forma de reforçar a independência e rigor da análise”. Mecanismo este da autoria da Mazars.
Auditoria da Deloitte evidencia, com referência a 31 de dezembro de 2019, que os valores pagos pelo Fundo de Resolução foram inferiores às perdas registadas nos ativos abrangidos pelo Acordo de Capitalização Contingente. Relatório tinha de preceder nova injeção de capital no Novo Banco que, até ao momento, está apurada em 598,3 milhões, segundo o Fundo de Resolução.
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